Jornal das Autarquias | Janeiro 2025 - Nº 207 - I Série

Entrevista ao Presidente da Junta de Freguesia de Eiriz

Ernesto Lopes

J.A.- O turismo e o sector primário são valorizados nessa autarquia?
P-J.- Sim

J.A- Cada dia que passa, a violência doméstica, tem se tornado um autêntico flagelo. Quais as medidas poderão ser tomadas para que o mesmo seja atenuado?
P-J.- Na minha freguesia não temos casos identificados, de qualquer forma temos um gabinete da APAV na Câmara Municipal para acompanhar se necessário for

J.A.- Esta situação está a tornar-se, quase como um hábito, inclusive nos jovens em situação de namoro. Qual a vossa opinião?
P-J.- Devia de haver mais educação reforçada neste sentido e na proteção; proteger mais as vítimas e não os agressores, normalmente são as vítimas que saem de casa e não os agressores

J.A.- Que recursos financeiros necessitam as populações mais enfraquecidas (a vários níveis) nessa autarquia?
P-J.- As faltas de recursos financeiros não são muito visíveis na freguesia

J.A.- Como reagiu essa autarquia com a chegada de imigrantes, mesmo depois terem sido tomadas novas medidas para regular a sua entrada no Pais. Qual a Vossa opinião sobre este assunto?
P-J.- Temos poucos imigrantes na freguesia, a minha opinião é que só cá deviam entrar com contrato de trabalho e arrendamento

J.A.- O que pensa sobre as medidas que o Governo quer implementar sobre o parque habitacional?
P-J.- Peca por tardia

J.A.- Os preços dos bens alimentares e outros, cada vez estão mais altos. Que medidas acha que o Governo deve tomar?
P-J.- Será difícil controlar a inflação; mas devia de existir mais regulamentação, temos o caso da baixa o iva na restauração, que só sai beneficiado o proprietário, porque os preços têm subido e nunca desceram com a taxa de iva reduzida

J.A.- Com os incêndios que lavraram este verão, como reagir com as inundações resultante das derrocadas provocadas pela degradação dos terrenos?
P-J.- Se o Estado utilizasse o dinheiro que subsidia os proprietários após os incendio para a prevenção, seria a melhor opção, “prevenir antes que aconteça”

J.A.- Que problemas mais prementes necessitam de intervenção rápida nessa autarquia?
P-J.- Apostar na limpeza das matas para minimizar os incêndios, pelo menos arrumado uns 50m das vias de circulação

J.A.-Como está a situação financeira da autarquia neste mandato?
P-J.- Estável, dentro das poucas delegações de competências que temos!

J.A.-Qual o apoio que a câmara municipal presta às juntas de freguesia?
P-J.- Verba atribuída para um protocolo de limpeza de bermas e aquedutos 30.000€, as obras são praticamente todas adjudicadas pela Câmara, nós fazemos pequenas obras na sede da junta, cemitérios, jardins, lavadouros públicos e fontanários

J.A.-Que mensagem quer transmitir à população da sua autarquia?
P-J.- Mensagem de esperança e empenho para bem servir toda a população e responder aos seus anseios

J.A.- O Jornal das Autarquias existe desde 2007! Quer deixar-nos a sua opinião sobre o trabalho do mesmo?
P-J.- Não consigo responder, pois nunca tive nenhum exemplar, não posso ter uma ideia formada

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