Entrevista do Presidente Junta de Freguesia de Nª Senhora do Pranto

Manuel dos Santos Nunes

J.A.- Qual a vossa opinião sobre a temática aeroporto/Montijo?
P.J.-Relativamente a este assunto nada temos a opor.

J.A. – Valorize o sector primário e o turismo dessa freguesia?
P.J.-A nossa freguesia é uma freguesia que sobrevive muito à conta do sector primário, pois trata-se de uma zona rural, em que todos têm o seu cantinho para produção de bens básicos. Todavia também o sector secundário e o turismo contribuem em larga escala com muitos postos de trabalho para grande parte da população da nossa freguesia.

J.A-O que pensa sobre a violência doméstica, e das medidas recentemente tomadas, contra este flagelo.
P.J.-Penso que a violência doméstica é um problema que deve ser combatido e as medidas recentemente tomadas parecem-me adequadas.

J. A. – A delinquência infantil tanto no meio urbano como no escolar e neste momento um infeliz realidade. Fale-nos sobre esta situação.
P.J.-Tal como a violência doméstica este é um problema que deve ser combatido. Por viver num meio rural este não é um problema relevante no nosso meio, por enquanto, todavia cause-ma preocupação pois as crianças são o futuro da nossa sociedade.

J. A. – O que pensa sobre a violência gratuita que se está a gerar na nossa sociedade?
P.J.-Penso que é muito mau e que devem ser tomadas medidas urgentes e preventivas.

J. A. – Estando a população cada vez mais envelhecida e muita dela sem apoio familiar e recursos financeiros, que apoio presta a autarquia a esta realidade?
P.J.-Na minha opinião só a Segurança Social pode e deve proteger a população mais idosa.

J.A.- O que acha das medidas tomadas pela DGS, para contenção do COVID-19?
P.J.-Penso que as medidas adotadas foram muito positivas e ajustadas.

J.A.- Com a aproximação do Verão, que tipo de prevenção utilizada para minimizar danos como os que aconteceram em anos transactos?
P.J.-Na minha opinião deve haver muita vigilância e meios de combate.

J.A.- Que apoios têm recebido do governo para colmatar esse flagelo, e qual o apoio dado às vitimas do mesmo?
P.J.-Não temos tido grandes problemas.

J. A. – Qual o maior problema com que essa freguesia se debate?
P.J.-O maior problema com que nos debatemos é a desertificação.

J. A. – Que outros problemas necessitam de maior intervenção?
P.J.-Apoio aos jovens para se fixarem e evitar assim a sua saída para as grandes cidades.

J. A. – Que perspectivas tem para o futuro da freguesia?
P.J.-A minha pretensão é fazer o melhor para que as pessoas vivam bem.

J. A. – Qual a mensagem que leva às mais variadas reuniões e eventos? E porquê investir nessa freguesia?
P.J.-A mensagem que transmito é que pretendo servir as pessoas, dar-lhes condições de vida para que possam usufruir da beleza e bem-estar de que dispomos por vivermos numa zona calma e muito bonita, sem problemas sociais e económicos de maior. Esta é uma freguesia boa para viver e investir, pois temos uma população acolhedora e trabalhadora, e estamos situados numa zona geográfica muito bonita e atrativa.

J. A. – Como é a situação financeira dessa freguesia?
P.J.-A situação financeira é boa.

J. A. – Qual o apoio que a Câmara presta às Juntas de Freguesia?
P.J.-A Câmara Municipal presta tanto apoio material como financeiro às Juntas de Freguesia do concelho.

J. A. – Que mensagem quer enviar à população da sua freguesia?
P.J.-A mensagem que gostava de enviar é que tenhamos todos confiança no futuro.

J. A. – Como consegue gerir a absorvente vida de autarca com a vida familiar?
P.J.-Quando se assume um cargo tem de se ter tempo para servir os cidadãos.

J. A. – Que mensagem quer deixar ao Jornal das Autarquias?
P.J.-Uma mensagem de esperança, de que vamos ultrapassar o problema do COVID-19 que a todos tanto preocupa e que vamos seguir em frente.

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