JORNAL DAS AUTARQUIAS

Inscrito na E.R.C. sob o nº 125290

Agosto 2019 - Nº 142 - I Série - Porto

Porto

Entrevista do Presidente da União de Freguesias de Aguçadoura e Navais

Fernando Rosa

J.A.- Que conclusões dos últimos resultados das eleições Europeias?
P.J.-Forte abstenção, dia pouco aconselhável para eleições na nossa autarquia. Resultados semelhantes aos obtidos por cada partido em eleições anteriores.

J.A. – Valorize o sector primário e o turismo dessa freguesia?
P.J.-Forte sector hortícola e de grande qualidade, turismo em franco desenvolvimento com praias de bandeira azul – caminho costa de Santiago de Compostela, vários quilómetros de passadiço junto ao mar – zona excelente para a prática do surf.

J. A. – O aumento do desemprego gerou muita pobreza, como está essa freguesia a gerir esse problema?
P.J.-Algumas dificuldades, sim em relação à crise, mas que não foi tão notória como na generalidade do país.

J. A. – O que pensa sobre a violência doméstica, que ultimamente tem aumentado drasticamente no nosso país e qual a causa e efeito?
P.J.-Um grave problema que terá que ser enfrentado a nível governamental com punições severas para os prevaricadores. Resultado da perda de valores familiares e éticos a que vimos assistindo.

J. A. – A delinquência infantil tanto no meio urbano como no escolar e neste momento um infeliz realidade. Fale-nos sobre esta situação.
P.J.-Acho que o fato de hoje as crianças e jovens viverem numa sociedade onde existe tudo e tudo está ao alcance de todos e onde se colocam de lado os valores do respeito e da família são um forte contributo para que a delinquência infantil aumente.

J. A. – O que pensa sobre a violência gratuita que se está a gerar na nossa sociedade?
P.J.-A falta de respeito pelo outro e a impunidade que a lei nos oferece.

J. A. – Estando a população cada vez mais envelhecida e muita dela sem apoio familiar e recursos financeiros, que apoio presta a autarquia a esta realidade?
P.J.-A Autarquia colabora com as instituições locais de solidariedade social – centro de dia, lar de terceira idade, apoio domiciliário.

J.A.- Com a aproximação do tempo quente, Verão, que tipo de prevenção utilizada para minimizar danos como os que aconteceram em anos transactos?
P.J.-Colaboração permanente com a proteção civil municipal que em conjunto connosco trabalha 1º na prevenção desde o mês de Janeiro

J.A.- Que apoios têm recebido do governo para colmatar esse flagelo, e qual o apoio dado às vitimas do mesmo?
P.J.-Não temos apoios porque felizmente nunca tivemos vitimas de incêndios.

J. A. – Qual o maior problema com que essa freguesia se debate?
P.J.-Não temos problemas de grande monta mas o que nós preocupa é o Plano de Ordenamento Orla Costeira POOC que nos limita as construções.

J. A. – Que outros problemas necessitam de maior intervenção?
P.J.-Organização de trânsito.

J. A. – Que perspectivas tem para o futuro da freguesia?
P.J.-Um futuro risonho e de grande confiança.

J. A. – Qual a mensagem que leva às mais variadas reuniões e eventos? E porquê investir nessa freguesia?
P.J.-Terra de futuro.

J. A. – Como é a situação financeira dessa freguesia?
P.J.-Estável.

J. A. – Qual o apoio que a Câmara presta às Juntas de Freguesia?
P.J.-Apoio quer logístico quer financeiro e de acompanhamento.

J. A. – Que mensagem quer enviar à população da sua freguesia?
P.J.-A Mensagem de que é Bom Viver Aqui.

J. A. – Como consegue gerir a absorvente vida de autarca com a vida familiar?
P.J.-Já estamos habituados pois sou autarca à 28 anos.

J. A. – Que mensagem quer deixar ao Jornal das Autarquias?
P.J.-Venham conhecer Aguçadoura e Navais terra de gente acolhedora, trabalhadora, produtora dos melhores produtos hortícolas e de grandes campeões do desporto, com praias lindas, selvagens algumas e vários quilómetros de passadiço junto ao mar.

Go top