Entrevista ao Presidente da Junta de Freguesia de São Félix da Marinha

Carlos Alberto Gonçalves Pinto

J.A.- O turismo e o sector primário são valorizados nessa autarquia?
P.J.- São Félix da Marinha é uma vila litoral, bem localizada e a Praia da Granja é desde sempre uma estância balnear muito aprazível e procurada durante todo o ano.
O setor primário embora com algumas fragilidades, vai conseguindo sobreviver.

J.A-As medidas já tomadas pelo Governo contra a violência doméstica, serão suficientes para atenuar esse flagelo?
P.J.- Ainda que continue a ser o crime mais cometido em Portugal os últimos dados apontam para uma pequena diminuição das participações, no entanto sou da opinião que as medidas implantadas até ao momento não são suficientes para combater este flagelo.

J.A.-Como encara a violência nas escolas?
P.J.- A violência na escola torna-se preocupante pelo fato de que enquanto espaço institucionalizado de desenvolvimento do indivíduo pela educação, não deveria desencadear este tipo de ações.

J.A.- Existem cada vez mais maus tratos, tanto em adultos como em crianças, incluindo violações. Quer falar sobre o assunto?
P.J.- Acho que o tema é bastante delicado e igualmente revoltante e que deveria ser resolvido com os maiores dos cuidados.

J.A.- Que recursos financeiros necessitam as populações mais enfraquecidas (a vários níveis) nessa autarquia?
P.J.- Necessitam sobretudo de apoio de caráter alimentar, vestuário, cuidados médicos e de habitação.

J.A.- Como reagiu essa autarquia com a chegada de imigrantes, quais as medidas que foram tomadas. Temos verificado, cada vez mais, o aumento da imigração! Como reage às más condições, de trabalho e sustentação, que os mesmos estão ser tratados?
P.J.- A autarquia tem reagido bem à chegada de imigrantes, a maioria já se dirigem à Junta de Freguesia com contratos de trabalho e de arrendamento, o que nos dá alguma tranquilidade em relação às condições em que se encontram.

J.A.- O que pensa sobre as medidas que o Governo quer implementar sobre o parque da habitação?
P.J.- São medidas necessárias e que têm como objetivo minimizar as dificuldades que as famílias apresentam relativamente ao seu direito à habitação. Como tal, são medidas bem vindas.

J.A.- Os preços dos bens alimentares, cada vez estão mais caros. Acha que as medidas tomadas pelo Governo são suficientes?
P.J.- Poderão não ser suficientes, mas a situação terá se ser resolvida de forma gradual.

J.A.- Que medidas pensa tomar durante o seu mandato?
P.J.- Continuar a trabalhar todos os dias, como se fosse sempre o primeiro.

J.A.- Com a chegada das temperaturas elevadas, quais as medidas que foram tomadas para precaver o flagelo dos incêndios?
P.J.- Pedindo sobretudo à população que mantenha os terrenos e pinhais limpos, para que possam estra livres de qualquer perigo.

J.A.- Que problemas mais prementes necessitam de intervenção rápida nessa autarquia?
P.J.- Continuar a reparar a rede viária, a EN 109 continua a ser um arruamento prioritário, tendo em conta o seu mau estado e criar zonas de lazer, para que possamos proporcionar mais bem-estar ao Sãofelixmarinheneses.

J.A.-Como está a situação financeira da autarquia neste mandato?
P.J.- A situação encontra-se controlada.

J.A.-Qual o apoio que a Câmara que presta às juntas de freguesia?
P.J.- A Câmara de Gaia sempre nos apoiou e continuará a apoiar.

J.A.-Que mensagem quer transmitir à população da sua autarquia?
P.J.- Que se mantenham unidos e não deixem de lutar por um amanhã melhor.

J.A.- O Jornal das Autarquias existe desde 2007! Quer deixar-nos a sua opinião sobre o trabalho do mesmo?
P.J.- Continuação de um bom trabalho, sucesso e muita prosperidade para o futuro.

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