JORNAL DAS AUTARQUIAS

Inscrito na E.R.C. sob o nº 125290

Novembro 2019 - Nº 145 - I Série - Bragança e Vila Real

Bragança e Vila Real

Entrevista do Presidente da Junta de Freguesia de Cidadelhe

Albertino Augusto Videira Tomé

J.A.- Que conclusões dos últimos resultados das eleições Europeias?
P.J.- Foram bons, perante as preceptivas, pena haver muita abstenção.

J.A. – Valorize o sector primário e o turismo dessa freguesia?
P.J.- Com algum movimento, mas em baixa.

J. A. – O aumento do desemprego gerou muita pobreza, como está essa freguesia a gerir esse problema?
P.J.- Felizmente não temos desempregados na nossa terra.

J. A. – O que pensa sobre a violência doméstica, que ultimamente tem aumentado drasticamente no nosso país e qual a causa e efeito?
P.J.- É um problema sério que compete às entidades responsáveis assim como os cidadãos em geral resolver.

J. A. – A delinquência infantil tanto no meio urbano como no escolar e neste momento uma infeliz realidade. Fale-nos sobre esta situação.
P.J.- Terá que ser combatida primeiro em casa e depois nas escolas.

J. A. – O que pensa sobre a violência gratuita que se está a gerar na nossa sociedade?
P.J.- É um problema sério que tem que ser resolvido.

J. A. – Estando a população cada vez mais envelhecida e muita dela sem apoio familiar e recursos financeiros, que apoio presta a autarquia a esta realidade?
P.J.- Só apoio moral, não temos recursos.

J.A.- Com a aproximação do tempo quente, Verão, que tipo de prevenção utilizada para minimizar danos como os que aconteceram em anos transactos?
P.J.- Ter sempre a Freguesia limpa para evitar qualquer incêndio.

J.A.- Que apoios têm recebido do governo para colmatar esse flagelo, e qual o apoio dado às vítimas do mesmo?
P.J.- Nenhum apoio.

J. A. – Qual o maior problema com que essa freguesia se debate?
P.J.- Tem uma população bastante idosa, com reformas muitos baixas, só isso é um grande problema.

J. A. – Que outros problemas necessitam de maior intervenção?
P.J.- A abertura do caminho para a Ponte Romana, cita no Lugar dos Martinhos.

J. A. – Que perspectivas tem para o futuro da freguesia?
P.J.- Aproveitando com habilidade os poucos recursos.

J. A. – Qual a mensagem que leva às mais variadas reuniões e eventos? E porquê investir nessa freguesia?
P.J.- Investir na freguesia, porque vale a pena, por ser uma freguesia com muita história.

J. A. – Como é a situação financeira dessa freguesia?
P.J.- É muito difícil.

J. A. – Qual o apoio que a Câmara presta às Juntas de Freguesia?
P.J.- É muito pouco, além do apoio protocolar.

J. A. – Que mensagem quer enviar à população da sua freguesia?
P.J.- Que este executivo, tudo fará para minimizar as suas dificuldades.

J. A. – Como consegue gerir a absorvente vida de autarca com a vida familiar?
P.J.- Esta é uma freguesia pequena que não absorve muito tempo, além disso já estou aposentado.

J. A. – Que mensagem quer deixar ao Jornal das Autarquias?
P.J.- Que esta entrevista ajude a atingir os vossos objetivos.

 

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