JORNAL DAS AUTARQUIAS

Inscrito na E.R.C. sob o nº 125290

Outubro 2019 - Nº 144 - I Série - Braga e Viana do Castelo

Braga e Viana do Castelo

Entrevista do Presidente da Junta de Freguesia de Fontoura

Rui Miguel Araújo Ferreira

J.A.- Que conclusões dos últimos resultados das eleições Europeias?
P.J. -Já não me recorda os resultados, nestas eleições não se devem tirar conclusões.

J.A. – Valorize o sector primário e o turismo dessa freguesia?
P.J. -Sim.

J. A. – O aumento do desemprego gerou muita pobreza, como está essa freguesia a gerir esse problema?
P.J. -Não existe grandes problemas de desemprego neste momento.

J. A. – O que pensa sobre a violência doméstica, que ultimamente tem aumentado drasticamente no nosso país e qual a causa e efeito?
P.J. -Essa afirmação não é correta, a violência domestica diminuiu muito nas últimas décadas, existe é uma difusão muito maior dos casos e as vitimas começaram a fazer queixa e as autoridades a dar importância.

J. A. – A delinquência infantil tanto no meio urbano como no escolar e neste momento um infeliz realidade. Fale-nos sobre esta situação.
P.J. -Penso que existe uma grande falte de educação e a televisão e jogos também tem grande responsabilidade.

J. A. – O que pensa sobre a violência gratuita que se está a gerar na nossa sociedade?
P.J. -Diminuiu muito, é como o caso da violência domestica.

J. A. – Estando a população cada vez mais envelhecida e muita dela sem apoio familiar e recursos financeiros, que apoio presta a autarquia a esta realidade?
P.J. -Apoiamos uma associação local que entrevem na infância e terceira idade, criamos vários serviços de apoio e estamos a requalificar um espaço para centro de dia.

J.A.- Com a aproximação do tempo quente, Verão, que tipo de prevenção utilizada para minimizar danos como os que aconteceram em anos transactos?
P.J. -Realizamos as limpezas, através de uma associação local de desenvolvimento fazemos vigilância, divulgação da legislação e dos períodos criticos e queixa dos incumpridores das limpezas obrigatórias por lei.

J.A.- Que apoios têm recebido do governo para colmatar esse flagelo, e qual o apoio dado às vitimas do mesmo?
P.J. -Recebemos um apoio para a vigilância do Município, as únicas vítimas são os produtores florestais que não tem apoios.

J. A. – Qual o maior problema com que essa freguesia se debate?
P.J. -O maior problema do país é demográfico e o nosso também.

J. A. – Que outros problemas necessitam de maior intervenção?
P.J. -Falta de transportes públicos, abandono da agricultura, falta de serviços.

J. A. – Que perspectivas tem para o futuro da freguesia?
P.J. -Diminuição da população em 2/3 nos próximos 20 anos, e somos do litoral.

J. A. – Qual a mensagem que leva às mais variadas reuniões e eventos? E porquê investir nessa freguesia?
P.J. -O projeto “Fontoura viva” tem como cereja em cima do bolo a luta demográfica, as nossas medidas visam o apetrechar a freguesia de serviços e equipamento para aumentar a atratividade da freguesia, criar bairrismo, apoiar a agricultura, floresta e industria da freguesia, com o objetivo de manter os habitante e trazer novos para a freguesia.

J. A. – Como é a situação financeira dessa freguesia?
P.J. -Boa.

J. A. – Qual o apoio que a Câmara presta às Juntas de Freguesia?
P.J. -Aceitável mas injusto na relação verbas investidas e números de habitantes.

J. A. – Que mensagem quer enviar à população da sua freguesia?
P.J. -Fontoura viva.

J. A. – Como consegue gerir a absorvente vida de autarca com a vida familiar?
P.J. -Com gosto e um projeto a implantar.

J. A. – Que mensagem quer deixar ao Jornal das Autarquias?
P.J. -As juntas de freguesia podem ser de extrema importância desde que os executivos não existam para fazer caminhos e o governo para o voto, e sim se preocupem com o servir a população.

Rui Miguel Araújo Ferreira

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