Entrevista ao Presidente da Junta de Freguesia de Chancelaria

Carlos Alberto Brito Narciso

J.A.- O turismo e o sector primário são valorizados nessa autarquia?
P.J.- Como seria óbvio, numa autarquia eminentemente rural numa localidade do Alentejo o sector primário é sempre valorizado, suas gentes e cultura ligada ao manuseio da terra e agricultura, principal fonte de rendimento das pessoas da nossa freguesia.  
Em relação ao Turismo tentamos dar a conhecer o nosso património cultural com 500 anos de história, promovendo visitas ao nosso museu da freguesia, à ponte romana vila formosa e a outros locais de interesse.  Não esquecendo igualmente, os vinhos e a gastronomia da nossa região; mas essencialmente valorizar a cordialidade e a hospitalidade das nossas gentes.

J.A-As medidas já tomadas pelo Governo contra a violência doméstica, serão suficientes para atenuar esse flagelo?
P.J.- Infelizmente todas as medidas que sejam tomadas, na nossa ótica, serão sempre insuficientes. Verdadeiro flagelo nacional e com contornos infelizmente muitas das vezes imprevisíveis. 

J.A.- Que recursos financeiros necessitam as populações mais enfraquecidas (a vários níveis) nessa autarquia?
P.J.- Felizmente não temos situações muito preocupantes, embora devemos estar sempre atentos, a medidas terão que passar sempre por medidas de ajuda social, financeira e principalmente emocional, envolvendo sempre autoridades de segurança locais (GNR), Segurança Social e autoridade de Saúde local.

J.A.- O que pensa sobre as medidas tomadas pelo governo sobre o Covid 19 e sua vacinação?
P.J.- Penso que as medidas foram corretas, tendo sempre em conta que a Pandemia ainda não acabou totalmente, devendo manter medidas de prevenção e segurança.

J.A.- Que medidas pensa tomar durante este novo mandato?
P.J.- Apelar às populações que mantenham medidas de higiene e segurança e colmatar as normas da DGS.

J.A.- que problemas mais prementes necessitam de intervenção rápida nessa autarquia?
P.J.- Já tivemos uma reunião com o Sr Vereador responsável pelo Pelouro da CMA em foram relatadas e identificadas as principais necessidades. Nomeadamente: obras em vários locais da freguesia e substituição de árvores e jardins. Aguardamos o início das mesmas.

J.A.-Como está a situação financeira da autarquia neste novo mandato?
P.J.- Felizmente a situação financeira da autarquia é estável. Para isso tem contribuído um controle apertado das contas da mesma. 

J.A.-A câmara presta apoio às juntas de freguesia?
P.J.- No mandato anterior isso aconteceu plenamente, neste início de  mandato, com nova gestão da CMA ainda estamos numa fase muito precoce, mas acreditamos que a colaboração se irá manter, com maior ou menor envolvimento. 

J.A.-Que mensagem quer transmitir à população da sua autarquia
P.J.- Uma mensagem de esperança, acreditando no melhor que as pessoas em si, que é sempre a honestidade e o clima de entreajuda, bem típico dos alentejanos. Que temos de ser positivistas, sendo sempre uma mais-valia para revigorar o nosso Ego, bem como o bem-estar pessoal e social.

J.A.- O Jornal das Autarquias existe desde 2007! Quer deixar-nos a sua opinião sobre o trabalho do mesmo?
P.J.- Opinião bastante positiva, com uma informação simples e clara, mas bastante esclarecedora

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